SENSACIONAL!!!!! Um jogo que serve para aliviarmos nosso instinto de sair mesmo batendo nesses negacionistas que não usam máscaras e que não estão nem aí para o fato de estarem contribuindo para as mortes de tanta gente, muitas vezes mais vulnerável que eles.
Rodou zero bala no meu Linux Pop!OS. Basta dar um chmod u+x no executável e rodar. (#./PunhosDeRepudio.x86_64). Aqui abriu em tela cheia em um dos meus monitores. Talvez a opção de rodar em “modo janela” seja legal.
No mais, PARABÉNS aos desenvolvedores!
E para quem ainda sofre com outros sistemas nem tão operacionais, o jogo está disponível para o seu windows pirata também.
Veja algumas telas e animações no site oficial, faça o download agora e #ForaBolsonaro!
Eu entendi, só agora, o José Alberto Mendonça de Medeiros e espero que ele esteja vivo e bem e, caso contrário, espero que tenha tido uma vida plena e feliz.
Ele era meu chefe e eu tinha 18 anos. Eu não tinha tempo para um velho e eu tinha muitas certezas que, hoje, descartei. Eu me senti injustiçado e culpei meu chefe. Hoje sei que eu não estava culpando meu chefe, mas descontando nele minha fúria adolescente contra todos os velhos que me oprimiam.
Que ódio eu tinha daquela serenidade e o quanto eu tentava trazer a paz dele para a briga! Nas poucas vezes em que consegui isso, confesso, meu gozo foi imenso e curto, mas foi bom. Não é isso mesmo a juventude e não é por isso que tentamos prolongá-la por tanto tempo?
Se há uma área em que, aparentemente, não há crise de empregos é a de tecnologia. Não é difícil imaginar isso já que todos os que estão vivos hoje acompanharam os avanços em computação, comunicação e automação. Mesmo os mais jovens, que não imaginam uma vida sem os telefones celulares inteligentes (smartphones), convivem com pessoas para as quais um telefone fixo, com linha, era um luxo. Conferências por vídeo, hoje disponíveis a partir de aplicativos de mensagens instantâneas, eram temas de filmes de ficção científica, assim como robôs inteligentes e impressoras capazes de imprimir qualquer tipo de material em três dimensões (incluindo aí comida e órgãos humanos). O poder computacional que existe em qualquer telefone celular é muito maior do que aquele que existia nas espaçonaves (e todo o equipamento de suporte em terra) que levaram o homem à Lua.
Por outro lado, por mais que pareça que a tecnologia aumenta sua onipresença, há todo um jargão que parece pertencer a um mundo à parte, com termos diretamente vindos do inglês e, alguns, até aportuguesados. Quem nunca googlou para saber mais sobre alguma coisa ou stalkeou alguém que atire a primeira pedra. Ninguém mais apaga arquivos ou pastas, só os deleta. Esses são apenas alguns dos termos que foram promovidos para o mundo laico, mas há muitos outros que seguem no campo daqueles iniciados: DevOps, codar, XP, Scrum, rede neural, ciência de dados, criptomoeda, Linux, computação em nuvem e tantos outros.
Crianças e jovens colocados em contato com computadores sentem-se atraídos, em sua maioria, a conhecer mais do mundo da tecnologia e a sonhar em trabalhar nessa área. Por que, então, há tantas vagas abertas e tão poucos ainda se aventuram a vir para esse mercado?
Vamos conversar sobre isso no próximo Sysvale Convida? Vai ser dia nove de janeiro, na UNIVASF. Inscrições aqui!
Recentemente, no Linux Professional Institute, começamos a buscar por projetos baseados em tecnologias livres na América Latina e Caribe. Nossa ideia é, além de entender melhor o cenário de desenvolvimento com esse tipo de tecnologia na região, planejar melhor nossas ações futuras. As primeiras respostas para nosso formulário vieram de Cuba, já que foi lá onde primeiramente divulgamos nossa pesquisa.
Dentre os vários projetos cubanos está o Carrito: um carrinho feito com o Arduíno e peças encontradas no lixo. Aí tu pensas:
quantas impressoras matriciais inteiras e sem uso devem existir por aí?
quantas baterias de celulares, brinquedos e outras coisas devem ser jogadas fora?
Pois Pavel Milanes junta tudo isso para construir seu Carrito sem deixar de contar o que deu errado, o que facilita muito a vida de experimentadores que desejam repetir ou ampliar seu projeto.
19 de dezembro de 2019 por Jon maddog Hall (tradução de Cesar Brod)
Recebi hoje o link para uma notícia do Brasil (i), relatando que o deputado estadual do Paraná, em primeiro mandato, Emerson Bacil, eleito pelo mesmo partido pelo qual o presidente Jair Bolsonaro também foi eleito (PSL), propõe a mudança na lei que determina a preferência por softwares livre e de código aberto sobre softwares proprietários por instituições públicas de seu Estado. Bacil alega que isso é necessário já que o software livre não é gratuito: há custos de manutenção e atualização que precisam ser considerados. Além disso, ele diz que os fornecedores de software livre não fornecem o suporte no nível exigido pelo governo.
Bacil pensa que o software deve ser escolhido caso a caso, dependendo do que é necessário, incluindo questões de segurança e confidencialidade. A lei, que data de 2003, já permite que essa avaliação e escolha seja feita. Se a entidade que seleciona o software puder provar que o software de código fechado é demonstravelmente superior ou mais barato, ele pode ser adquirido. Mas a lei requer que a comparação seja feita.
A lei foi inicialmente proposta porque as empresas de software fechado contatavam os órgãos contratantes e argumentavam que, é claro, o contrato deveria ser dado para elas, frequentemente por alegações não comprovadas de funcionalidade ou suporte e quase sempre sem a investigação de opções em software livre que poderiam oferecer a mesma coisa. Também era comum que empresas fornecedoras “ajudassem” os compradores a destacar “necessidades” que só seus produtos poderiam atender.
A lei de 2003 requer que a comparação e seleção seja feita de forma aberta e justa. Se não há essa comparação e a devida justificativa, então o comprador não cumpriu a lei. Não apenas o agente do governo corre o risco de ser demitido mas também de responder judicialmente por desrespeito à legislação. Enfraquecer ou eliminar essa lei é um convite para a corrupção, algo contra o que tanto o PSL como o presidente Bolsonaro se comprometeram a lutar.
De acordo com o artigo, Bacil cita que o software livre não é gratuito, que há custos de manutenção e atualização. É claro que há poucas coisas na vida que são completamente grátis, mas estudos feitos dentro de um período de tempo (mesmo estudos feitos pela Microsoft) demonstram que o simples custo total de propriedade (em inglês TCO - Total Cost of Ownership) é equivalente entre softwares livres e proprietários depois dos primeiros cinco anos após a aquisição. O argumento é que o custo inicial dos softwares livres é mais baixo já que não há taxas de licença, mas que o custo de manutenção é mais alto já que os salários pagos aos profissionais de software livre são mais altos, já que tais profissionais são escassos.
Há muito de errado nesses estudos de TCO. Eles usualmente terminam justamente antes da necessidade do software ser atualizado a novas taxas de licenciamento são apresentadas pelo fornecedor. Os estudos quase nunca levam em conta a necessidade de atualização do hardware necessária para lidar com novas versões do sistema operacional.
Os estudos ignoram o fato de que há um grande “custo” no “retreinamento” para o uso de um software livre a partir de um produto proprietário já presente (por exemplo, a migração de um desktop rodando o Microsoft Windows para o GNU/Linux). Esse treinamento não ocorre novamente depois do sexto, sétimo ou oitavo ano após a aquisição. O “retreinamento” também não acontece no caso de novos projetos. Já que os usuários do software ainda não foram treinados, não há treinamento adicional só porque o novo produto é em software livre. No caso de novos projetos, sejam com softwares proprietários ou livres, os usuários devem ser treinados para usá-los.
Eles também ignoram o fato de que as taxas de licença de produtos fechados (a não ser no caso de licenças caras que cubram toda a empresa) crescem proporcionalmente com o número de usuários dos produtos, enquanto com softwares livres as taxas de manutenção crescem numa proporção e velocidade muito menor, se é que isso aconteça, já que a manutenção é compartilhada entre todos os sistemas usados pelo cliente.
Outra coisa, quase nunca mencionada, é que a manutenção para esses sistemas livres tende a ser fornecido por empresas locais que, por sua vez, contratam as pessoas localmente, cujos salários serão usados para comprar comida localmente, pagar por aluguéis localmente e pagar por impostos localmente. O dinheiro pago (tipicamente) em licenças para empresas baseadas nos Estados Unidos tipicamente acabam em bolsos que estão longe do Brasil. Mesmo que parte desse dinheiro vá para os empregados brasileiros dessas multinacionais, milhoẽs de reais vão cruzar as fronteiras do Brasil todos os anos em vez de servir para gerar mais empregos para mais brasileiros.
Conheci excelentes programadores treinados em universidades brasileiras, pagas por contribuintes brasileiros, que deixam o Brasil todos os anos para trabalhar no Vale do Silício ou na Europa porque eles não encontram “trabalhos interessantes” no Brasil. Por que não encorajá-los a permanecer no país, dando a eles a chance de melhorar e manter softwares livres para o poder público? Isso também gerará uma quantidade de programadores e técnicos treinados que ajudarão a atrair e sustentar novas indústrias no país. Será que as medidas de custo total de propriedade do deputado Bacil levam isso em conta?
Se o senhor Bacil sente que não há pessoas com conhecimento suficiente sobre software livre que possam atender as necessidades do governo paranaense, talvez ele possa encorajar mais universidades a usarem softwares livres para ensinar seus estudantes. Em vez de ensinar sobre arquitetura de bases de dados usando apenas o Oracle, as universidades podem utilizar MySQL, PostgreSQL, CouchDB, Firebird ou outros gerenciadores de bases de dados ótimos, livres e abertos. No lugar do Microsoft Office, as universidades podem encorajar os estudantes a usarem o LibreOffice.
Em vez de enviar milhões de reais todos os anos para os Estados Unidos (a partir de um país que pirateia cerca de 46% de seu software para desktops), esse dinheiro pode ficar no Brasil, ser investido em softwares livres e permitindo a geração de mais trabalho para os brasileiros.
Antes de eliminar a lei em vigor, o partido anticorrupção e pró-empresas que elegeu o presidente Bolsonaro deveria mais é reforçar o seu cumprimento e assim criar mais emprego e negócios dentro do Brasil. Certo?
Li uma vez, não sei onde e nem sei se é verdade, que em algum programa patrocinado pela extinta Livraria do Globo, o poeta gaúcho Mário Quintana visitou o colega mineiro, vivendo no Rio de Janeiro, Carlos Drummond de Andrade. Durante a visita, Drummond fez questão de mostrar para Mário todas as lindezas da cidade maravilhosa.
Algum tempo depois chegou a vez de Drummond visitar Porto Alegre e Mário levou-o para ver o pôr do sol no Guaíba. O mineiro haveria então comentado junto a um grupo de amigos, de forma jocosa, que em Porto Alegre não deveria haver nada de muito interessante, já que o grande poeta da cidade só o havia levado para ver o pôr do sol.
Acredito que isso possa ser verdade, ainda que eu não tenha encontrado nenhuma evidência na internet. Pode ser que essa anedota estivesse na orelha de um dos muitos livros que li do Quintana e outros tantos do Drummond. Pode ter sido em alguma antologia da obra de poetas brasileiros ou pode estar só no meu imaginário, o que não torna o fato menos verdadeiro.
Raramente estou acordado quando o sol nasce mas quase sempre estou em algum lugar onde sou presenteado com o seu poente. Curto muito os ritmos que regem nossa vida e daqueles fãs da pura e simples respiração, porto seguro da minha paz. Nada como aquele lugar de clareza mental ao qual uma simples, consciente, respiração profunda nos leva. Sincronizar essa respiração com um evento natural disponível para todos os seres vivos, como o pôr do sol, contribui (para mim, mas sei que para mais gente) para a consciência do fugaz momento presente, único no que podemos agir.
Quando fazia meu relatório de viagens recentes, reparei na quantidade de fotos que tirei do pôr do sol. Pela primeira vez reparei que, por mais que parecesse que essa fosse uma ação automática, não era. Para quem ainda não sabe, devo dizer aqui que não acredito em horóscopo e, uma vez dito isso, sou um virginiano típico, uma pessoa de hábitos que sempre tem espaço para mais um. Eu já buscava esses momentos diários de sintonia com o ritmo do mundo. Só não havia, exatamente, me dado conta e, agora que me dei, comprometo-me a prestigiar, tão mais vezes quanto possível, o espetáculo do pôr do sol.
Nesses momentos de contemplação e meditação, seguirei uma das muitas sugestões de Chade Meng Tan en seu ótimo livro Joy on Demand: desejar a plena felicidade para uma pessoa desconhecida qualquer que vi passar pela rua, que passou por mim em um evento e com quem não cheguei a conversar, uma coadjuvante sem falas em um filme que assisti. Desejar a felicidade a uma pessoa anônima, enquanto conectado ao momento presente, me ajuda a expandir o pensamento em ações que podem trazer coisas boas para o mundo, de uma forma mais ampla. A clareza do momento e a sintonia com os ritmos do universo contribuem para que essas ações sejam pensadas, planejadas e, em seguida, concretizadas de fato.
Índice das fotos, de cima para baixo:
Pôr do sol em Porto Alegre Drummond e Quintana na Praça da Alfândega, em Porto Alegre Pôr do sol visto da janela do apartamento onde moro, em Lajeado Pôr de sol visto da janela do hotel onde eu estava em Havana, Cuba
Quando da expansão do uso dos smartphones, quando a tecnologia para a entrega de experiências interativas para os usuários ainda não havia chegado ao ponto de maturidade em que se encontra atualmente. Milhares de aplicativos proliferaram fazendo com que hoje, apenas para ficar em um exemplo, se uma pessoa viaja por muitas companhias aéreas, ela tem que não apenas ter um aplicativo de cada uma para fazer suas reservas, check-ins, armazenar seus cartões de embarque e acumular milhas como ainda precisa de um aplicativo separado para o serviço de entretenimento de bordo de cada companhia.
O resultado disso é que viajantes frequentes têm, cada vez mais, preferido acessar os sites das companhias aéreas em um navegador móvel e desinstalar os múltiplos aplicativos e baixar filmes para poder assistir em modo avião no Netflix.
A não ser que você tenha a necessidade de oferecer alguma funcionalidade que possa ser usada offline (um jogo, por exemplo) a melhor opção, hoje, é oferecer uma experiência responsiva através de um navegador que pode ser usado em múltiplas plataformas. Seu usuário não precisará ir até uma loja online para instalar o aplicativo que ocupará memória de seu celular e terá que ser atualizado de tempos em tempos. Sua empresa não precisará se preocupar em manter linhas de desenvolvimento diversas, com as necessárias preocupações de segurança e compatibilidade com dispositivos específicos.
We just finished the second hottest year on Earth since global temperature estimates first became feasible in 1880. Although 2016 still holds the record for the warmest year, 2017 came in a close second, with average temperatures 1.6 degrees Fahrenheit higher than the mean.
2017’s temperature record is especially noteworthy, because we didn’t have an El Niño this year. Often, the two go hand-in-hand.
El Niño is a climate phenomenon that causes warming of the tropical Pacific Ocean waters, which affect wind and weather patterns around the world, usually resulting in warmer temperatures globally. 2017 was the warmest year on record without an El Niño.
We collect the temperature data from 6,300 weather stations and ship- and buoy-based observations around the world, and then analyze it on a monthly and yearly basis. Researchers at the National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA) do a similar analysis; we’ve been working together on temperature analyses for more than 30 years. Their analysis of this year’s temperature data tracks closely with ours.
The 2017 temperature record is an average from around the globe, so different places on Earth experienced different amounts of warming. NOAA found that the United States, for instance, had its third hottest year on record, and many places still experienced cold winter weather.
Other parts of the world experienced abnormally high temperatures throughout the year. Earth’s Arctic regions are warming at roughly twice the rate of the rest of the planet, which brings consequences like melting polar ice and rising sea levels.
Increasing global temperatures are the result of human activity, specifically the release of greenhouse gases like carbon dioxide and methane. The gases trap heat inside the atmosphere, raising temperatures around the globe.
We combine data from our fleet of spacecraft with measurements taken on the ground and in the air to continue to understand how our climate is changing. We share this important data with partners and institutions across the U.S. and around the world to prepare and protect our home planet.
Earth’s long-term warming trend can be seen in this visualization of NASA’s global temperature record, which shows how the planet’s temperatures are changing over time, compared to a baseline average from 1951 to 1980.
Learn more about the 2017 Global Temperature Report HERE.
Discover the ways that we are constantly monitoring our home planet HERE.
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